Esqueleto de Tigre: cénarios migrantes. A poesia como meio e a tradução como gesto
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Resumo
No contexto de uma pesquisa doutoral PaR em andamento, este artigo recolhe algumas reflexões iniciais sobre como a prática artística Esqueleto de tigre poderia agenciar — na equipa criativa e no público — duas aberturas: para a experiência da expectativa e para a
alteridade, levantando a hipótese de um desempenho estético e político desta prática contra a “lógica da tolerância” como um olhar para as sensibilidades migrantes. Propõe-se que tais aberturas sejam possibilitadas pela abordagem teórico-metodológica da poesia que desenvolve a pesquisa e pelo levantamento de uma certa perspectiva operacional, de ordem
metafórica, sobre a tradução. Por fim, estabelece-se um diálogo com a Estética Filosófica sobre esse desempenho estético e político como oportunidade de pensar o “comum”.
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